sábado, 15 de agosto de 2015

A Crítica

Criticar ou censurar te fechará a porta do paraíso 
     
A crítica te impedirá de ter demonstrações próprias e para outros, te bloqueará o progresso; deterá teu progresso; te levará a problemas; te encaminhará para a discórdia, a todo tipo de mal, inimizades, ódio e inveja. Enquanto esse espírito de crítica permanecer em teu pensamento sem que o desalojes, não poderás encontrar teu caminho na verdade, pois estás buscando erros constantemente, estás agindo em planos materiais e mortais.

Vais criticar a todos e tudo, vais censurar as pessoas de toda forma possível. O modo de vestir, o modo caminhar, de falar, a forma como leem, como cantam, tudo o que os demais fazem, como pronunciam e articulam suas palavras. Vais criticá-las de todo modo possível e vais te concentrar nisso.

Se o espírito de crítica estiver em teu coração, irá crescer. O que quero dizer é que se ele está ali e não te desfazes dele depois de tê-lo detectado, ele naturalmente ficará ali e continuará crescendo. Então, com o tempo quererás saber por que não consegues ter demonstrações; quererás saber por que não conheces e demonstras a Verdade, e todo o bem que gostarias. É porque tomaste o costume de criticar as pessoas; censuras o que fazem e o que dizem; não estás buscando a verdade no que é feito, mas estudando erros. Erros é o que estás buscando e é só nisso que pensas.

Criticar é umas das piores coisas a que podes te dedicar numa comunidade; é uma das piores coisas a que podes te dedicar numa igreja, é uma das piores coisas em que ocupar teu pensamento. É uma das chaves para a perdição porque conduz a ela. Te leva a aborrecer-te, a ser ingrato, leva a tudo menos ao amor ao próximo e aos amigos.

Qualquer um pode criticar. Jamais vi uma pessoa, por mais débil mental que fosse, se pudesse falar, que não falasse dos erros dos outros. Jamais vi alguém tão embriagado que, ao falar, não falasse para criticar aos outros. Qualquer um pode fazê-lo e enquanto permitires que isso entre em teu pensamento e ali o deixes quieto, ele seguirá aumentando até creres que foste escolhido como crítico e que essa seja tua missão; que essa seja tua tarefa e o trabalho a fazer. CRITICAR é algo terrível. Nunca fez nenhum bem e nunca fará. Não consegue faze-lo, porque opera inteiramente no plano mortal. Quando criticas, não estás ajudando ninguém e nem estás ajudando a ti mesmo.

A crítica não pertence à Ciência Cristã, porque não tem nada de cristã e certamente nada de científica, nem um til sequer – tenho visto isto toda minha vida; desde minha mais tenra idade e sei que todos já  o vimos. É um hábito que devemos investigar em nosso interior para ver se o abrigamos ou não. Olha profundamente em teu coração para ver se o tens ou não, pois és um estudante da Ciência Cristã, és estudante da Ciência do Ser ou Ciência Cristã. Se a estás estudando então irás progredir em tudo o que fazes, tudo irá bem porque a Ciência Cristã te guia à sabedoria, te encaminha ao Amor, te leva a ser amável, a estar satisfeito. Te coloca no caminho da bondade para com todos, te leva a buscar meios de seres útil aos demais e te conduzirá a ver possibilidades e propostas abertas para ti que nunca antes havias visto, em tudo, em cada aspecto de tua vida, para fazer o melhor em tudo que empreendas, para ser um mecânico melhor, um melhor professor na escola, te converterás num pai ou mãe melhor, melhor irmão ou irmã, melhor vizinho. Serás uma pessoa melhor em todos teus assuntos.

Tudo o que tocas ficará claro ante teus olhos; pelo fato de seres um estudante do Existir, estás estudando a Ciência e os fatos do Ser, tudo fica elucidado, tudo se aclara e tudo fica fácil. Não há caminhos difíceis nem trabalho árduo quando encontras teu caminho nos fatos do Ser. Se estás estudando os grandes fatos do Ser, não irás encontrar etapas difíceis nem acharás trabalhoso te relacionares bem com os demais. Tua grande tarefa é te despojares do senso mortal e estudar a Verdade, estudar os fatos do Existir. Acaso crês que devas apegar-te com uma mão à lei mortal e sua forma de viver? Encontrarás um modo de viver mais seguro, melhor e mais fácil do que nunca se não te apegares a essa lei mortal.

Ao não te apegares a ela tu a deixas ir-se, tu a perdes e com ela perdes a preocupação de perde-la, perdes a preocupação de desperdiçar oportunidades, ou de não encontrá-las. Deixas de pensar no corpo, perdes a preocupação de que possas perder a vida ou a saúde, porque estás crescendo em fortaleza, estás expressando melhor a vida, a saúde e a liberdade. Por estares crescendo em tua qualidade de homem e mulher, empregas um melhor critério com respeito a ti mesmo, ao mundo e a tudo o que entra em contato contigo. Se és estudante da Ciência Cristã não és estudante de pessoas, não és estudante do modo como caminham na rua, dos erros que cometem, de seus defeitos, suas pequenas falhas ou seus pequenos fracassos.

             CRITICAR = INABILIDADE DE VER A IDEIA DE DEUS

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O autor, Francis Fluno, CSB, era professor de Ciência Cristã, na California, EUA.

sábado, 1 de agosto de 2015

RESUMOS

LIVRO I: A Espiritualidade da Bíblia – Crônicas e Pai-Nosso

O livro aborda na primeira parte vários tópicos bíblicos mostrando o aspecto espiritual que está na base de cada mensagem geral, ou parábola específica. O livro mostra também por meio de crônicas o entendimento mais elevado a respeito de fé em Deus, da criação como obra divina, da oração eficaz, da aplicação da fé, do amor à humanidade, do amor ao próximo, do amor ao Cristo, da fé nos ensinamentos de Jesus. O autor procura sempre demonstrar a praticalidade atual do Cristianismo deixado pelo Mestre Supremo.
Numa segunda parte, o livro aborda a Oração do Senhor, desenvolvendo para cada frase uma explanação que leva ao entendimento espiritual da mesma. O livro revela o entendimento da pensadora Mary Baker Eddy a respeito da aplicação prática dessa oração, cuja “consciência espiritual”, diz ela, pode conduzir à cura de enfermidades.
O volume I, que agora aparece como segunda edição, foi editado pela primeira vez em 2013. Os 400 exemplares foram esgotados em 2 anos, razão pela qual esta segunda edição teve sua justificativa. Com a necessária revisão houve oportunidade de uma inclusão de mais umas crônica. Senti-me inclinado a essa inclusão pelo fato a seguir relatado: Minha turma de engenheiros de 1959 celebrou em 2014 os 55 anos de conclusão de curso. Participou um colega que havia falhado por alguns anos, devido a problema de saúde. Mas no ano passado compareceu com sua esposa, e isso foi motivo de muita alegria. Tivemos muitas oportunidades de trocar ideias sobre o cristianismo e espiritualidade. Éramos como almas gêmeas. Na volta do encontro, em Pelotas, ele precisou submeter-se a uma intervenção cirúrgica, da qual não acordou mais. Escrevi uma carta à família de meu amigo e, essa carta, transformou-se na crônica: “Tristeza não tem domínio”, incluída nessa 2a. Edição.

Livro II: A Espiritualidade da Bíblia II – Crônicas e Mandamentos

O conteúdo do segundo livro tem metafísica um pouco mais aprofundada e relata experiências do autor na aplicação de verdades bíblicas mostradas no Livro I. Os relatos serão melhor assimilados se o leitor tiver lido o primeiro livro, pois os relatos incluem curas experimentadas pelo autor em suas orações além de detalhar aspectos metafísicos expostos pela Ciência Cristã com referência ao tópico em questão. Nessa primeira parte constam dois artigos sobre o apóstolo Pedro, que mostram em dois episódios comentados, a evolução espiritual do discípulo de Jesus.
Na segunda parte do livro II aparecem os Dez Mandamentos legados por Moisés e transcritos no livro do Êxodo. Cada Mandamento tem uma particularidade que é analisada para se ter uma apreensão mais espiritual e prática do grande valor moral e espiritual do Mandamento. Esse código de honra e conduta para os cristãos deveria ser a norma de procedimento da humanidade que, assim, ficaria livre dos problemas e limitações que hoje a afligem.

FRUTOS:
Indisposição curada 
“Certa manhã senti alguma indisposição ao levantar. Tomei o livro I de Espiritualidade da Bíblia e comecei a ler o capítulo do Pai Nosso—A Oração do Senhor.  Aprofundei-me na leitura e absorvi minha atenção nos textos. Cerca de 15 minutos depois, a indisposição havia desaparecido e tive um dia inspirado pelo que li.” -  OT, Chácara, MG

Nova experiência com o Pai Nosso
“Caro amigo, hoje tive a oportunidade de dedicar um bom tempo para a leitura de teu livro I, Crônicas e Pai-Nosso, e fiquei agradavelmente surpreso, porque não reconheci o “engenheiro” meu colega de Trensurb, enquanto lia, mas percebi tua essência e toda tua disposição em contribuir para um maior aprendizado da palavra do Senhor. Fazes de forma simples e didática, e certamente me proporcionaste a oração mais consciente do Pai-Nosso, que pude experimentar.” – BR, Porto Alegre, RS

ONDE ENCONTRAR:
Os livros podem ser lidos na Biblioteca Pública. Também podem ser adquiridos na Livraria SB (Rua 7 de setembro), ou diretamente com o autor, contato pelo fone 3375.2051, e.mail: ovidiotrentini@gmail.com  


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

UM SONHO DIFERENTE

Passeava eu por uma orla do mar, cheia de pedras e rochas, e vi no céu algo que me chamou a atenção. Havia um objeto reluzente, grande, em forma de charuto, com uns 40m de comprimento e diâmetro de uns 10m. Pairava esse objeto em frente a uma nuvem branca. Emitia como que raios sobre a nuvem que faziam as partículas desta girarem e vibrarem num espaço igual ao diâmetro do OVNI.

Depois disso me vi conversando com um cientista em seu laboratório (todo moderno) com equipamentos estranhos que eu nunca havia visto. Explicava-me o cientista que o que eu vira na praia era um experimento tecnológico que permitia a separação das partículas de uma nuvem e, além disso, permitia que se visualizassem objetos contidos na nuvem mas não visíveis quando simplesmente se adentrava na nuvem.

Enquanto falávamos, entrou um jovem adolescente trazendo na mão um objeto parecido com um bibelô de porcelana, que passou às mãos do cientista. Perguntado sobre a origem do objeto disse apenas: “eu trouxe da nuvem”. O jovem era um participante do experimento que eu havia visto na orla.

Ao trazer o objeto, o jovem comprovou o que o cientista dissera, que se pode ver coisas nas nuvens se soubermos como “entrar” nelas. O que ele não explicara foi que se poderia trazer ou transportar coisas por essa tecnologia.

Continuou o cientista  sua exposição agora sobre uma nova tecnologia, por meio da qual poderemos ser “transportados” a outros planetas, instantaneamente. Diante de minha dúvida e incredulidade estampadas no rosto, ele se propôs a levar-me a Marte. Não sei porque, concordei sem saber o que me esperava. Postei-me no meio do laboratório enquanto o cientista apanhou um instrumento algo parecido com uma lanterna de bolso. Quando acionou o aparelho logo me vi num ambiente totalmente diferente: inóspito, sem pessoas, terreno com terra e pedras e rochas. Eu me sentia no local; estava com frio por não usar nenhum abrigo.

Olhando ao redor para a paisagem e as pedras do local, reparei numa pequena pedra que me chamou a atenção pelo formato arredondado, peso e cor escura, parecia uma bolinha de gude. Do local eu podia ouvir o cientista falando comigo enquanto me acompanhava desde o lab. Peguei a pedrinha e a coloquei no bolso.

Pedi para voltar e o cientista desligou a tal “lanterna”. De repente me vi novamente no laboratório. Tudo estava como antes de minha “viagem”. Trocamos algumas ideias sobre esse enorme avanço tecnológico. Tudo parecia como antes, com uma diferença: uma certa pedrinha que eu trazia no bolso colhida durante o experimento.

Depois de despertado do sonho que levou meu sono, eu me pergunto: foi apenas um sonho ou foi premonição do que está por vir? Meu filho responde que é o inconsciente se revelando ao subconsciente!


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sábado, 18 de julho de 2015

Alimentação pura

Relata o livro de Daniel um caso um tanto curioso para o qual eu não tinha uma explicação lógica, a não ser da lógica metafísica. O Rei Nabudonozor, da Babilônia, havia conquistado o reino de Israel (aprox. 587 AC) e levou grande parte do povo para o cativeiro babilônico. Entre eles jovens da nobreza. O relato em Daniel dá conta que Daniel e seus amigos Hananias, Misael e Azarias estavam entre os convocados pelo rei para tomarem conhecimento da cultura babilônica para depois assistirem ao rei no palácio. Determinou o rei a ração aos “trainees” das “finas iguarias da mesa do rei” (1:5), do bom e do melhor. Entres essas iguarias, com certeza, havia carnes inclusive carne de porco, proibida aos judeus.

A cerca dessa determinação do rei, Daniel e seus amigos decidiram não desobedecer às leis de seu povo e, assim, pediram ao cozinheiro-chefe designado para eles para que fossem poupados de serem obrigados a comer o alimento para eles proibido. Diante da hesitação do cozinheiro e também medo de ser castigado por desobedecer à ordem do rei, Daniel lhe propôs uma alternativa:

“...experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos deem legumes a comer e água a beber. Então, se veja diante de ti a nossa aparência e a dos jovens que comem das finas iguarias do rei...No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei”
Uma bela surpresa ao cozinheiro-chefe! Mas eu também sempre me senti surpreso com o resultado, a não ser pela coerência de confiar em Deus. Auxiliaram-me no entendimento as pesquisas recentes de médicos sobre nutrição natural. Uma delas, desenvolvida pelo medico Dr. Gerson (EUA), substituiu alimento normal e comum por alimentação natural. Teve resultados em si mesmo que o livraram de dores de cabeça crônicas. Dizem as pesquisas que os produtos químicos que ingerimos com a alimentação “melhorada” quimicamente acabam por intoxicar certos órgãos que precisam um “esforço-extra” para se purificarem; a alimentação natural com produtos orgânicos alivia o corpo desse “esforço-extra” e a pessoa sente-se, então, melhor, mais aliviada e disposta.

O organismo reage melhor quando nutrido por ingredientes orgânicos, e o que os jovens hebreus experimentaram foi nada menos do que isso: alimentação natural acompanhada de disposição mental de obedecer a Deus. O organismo só podia melhorar e estar em boas condições sob esse regime. O corpo humano na sua constituição e funcionalidade é uma “máquina” perfeita que, apoiada convenientemente por pensamentos elevados funciona bem. Sei agora que uma consciência pura é o melhor apoio ao equilibro do organismo; some-se a isso equilíbrio de conduta moral e sem vícios e o homem não terá o que se queixar da vida.

Para mim, tenho como adequada uma conduta baseada em compreensão espiritual; e quanto à alimentação basta saber o que é bom para o organismo, comer sem preconceitos e preocupações para deixar  as funções do corpo se desenvolverem espontânea e harmoniosamente. Preocupar-se com o que come perturba as funções normais do organismo. Nunca deixe de convidar a sabedoria para vir à mesa. Não haverá exageros nem escassez nem queixas de mau funcionamento.

Adão e Eva simbolizavam os “veganos” (vegetarianos) de hoje, pois viviam num paraíso onde comiam de tudo em estado natural: “De todas as plantas do jardim comereis livremente” (Gênesis 3:2). Também simbolicamente deixaram o terreno paradisíaco e harmonioso porque comeram de coisas proibidas e não acreditaram que elas lhes fariam mal. É assim que funciona na natureza: ela nos provê tudo o que precisamos por meio da flora, mas se não nos satisfazemos com isso vamos buscar mais provisões na fauna e na química, sem saber a que riscos estamos nos submetendo. E quando surgem os problemas recorremos à medicina para nos aliviar.

Bem faríamos em observar o conselho do Mestre Cristão dado no Sermão do Monte: “Não andeis ansiosos pelo que haveis de comer ou beber... Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais” (Mateus 6:25, 8). Na natureza nossas necessidades são supridas pelos alimentos naturais (na medida do possível), representando, assim, a provisão divina antes mesmo de ingerirmos alimentos. É assim que nossas necessidades são supridas antes de “pedirmos”.
Mas...cuidado! A alimentação não deve ser encarada como medicina, embora hábitos sadios na alimentação se revertam em condições saudáveis do organismo. Essa crença de alimentação medicinal pode levar na direção oposta de que o jejum também seja medicinal. Mary Baker Eddy, em sua obra Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, relata de um caso de seu conhecimento:

“Conheci alguém que, ainda criança, adotou o sistema Graham para se curar de dispepsia. Durante muitos anos, ele só comeu pão e legumes e não bebeu nada a não ser água.  Agravando-se a dispepsia, decidiu que sua dieta devia ser mais rigorosa, e daí por diante não fez mais do que uma só refeição em vinte e quatro horas, refeição que consistia apenas de uma fina fatia de pão, sem água. Seu médico lhe recomendou também que não molhasse a ressequida garganta senão três horas depois de comer. Passou muitos anos penosos com fome e fraqueza, quase sucumbindo de inanição, e finalmente resignou-se a morrer”, única alternativa que os médicos lhe deixaram.
 Pobre da humanidade! Que se sente enredada com conceitos e crenças materiais, deixando de lado a Ciência do Infinito Sustentador que contém solução para os problemas humanos, inclusive esse aqui relatado. Continua Eddy o relato do caso de dispepsia: depois de ser inteirado de que a morte seria a única alternativa, “foi aí que a Ciência Cristã o salvou, e agora ele goza de perfeita saúde” (CeS, p. 221). O que a Ciência espiritual fez por esse homem foi mudar sua forma de pensar sobre o corpo, de uma base material para uma espiritual; de uma fé vacilante para uma fé absoluta; de uma fé no material para uma fé no divinal (Deus-Pai-Mãe).

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sábado, 4 de julho de 2015

A DIVINA VERDADE QUE CURA:

Ela é...

Única,
Afirmativa e produz harmonia,
Perene,
Profilática tanto quanto terapêutica,
Universal – acessível a todos,
Eficaz, sempre,
Atemporal – instantânea – nunca chega tarde!
de Deus,
Amorosa,
Regeneradora – corretora – revigorante,
Vivificadora,
Geradora de alegria e inspiradora,
Atinge todos os lugares/pontos.


Ela faz...

Incentiva ações corretas,
Inspira o caminho,
Ilumina o caminho,
Corrige erros,
Atua AQUI e AGORA.

sábado, 27 de junho de 2015

“O Bem flui”

Verdades da Ciência divina são comunicadas por ideias

Há poucos dias, de madrugada, acordei com sintomas desagradáveis no peito. Antes de orar recebi uma mensagem: “O Bem flui...!” Foi o que bastou para os sintomas silenciarem. Mas antes de dormir novamente orei para saber mais sobre essa afirmação.  Concluí que era uma afirmação da Ciência Divina, pois não tinha nenhum adjetivo ou advérbio, pura e simplesmente uma afirmação da Verdade!

Quando os sentidos mostram evidências opostas à declaração, esta derruba os argumentos materialísticos. O Bem flui: não pára, não estanca, continua sempre, de modo suave, calmo. Eddy em Ciência e Saúde menciona: “As correntezas calmas e fortes da verdadeira espiritualidade...”; é o Bem fluindo... (CeS, p. 99). A percepção deste fato espiritual se manifesta em nossa vida por meio de suprimento (de todo tipo), circulação (sanguínea), fluxo de caixa, inspiração, decisões, transito.

O senso humano da vida talvez interponha perguntas: por onde flui o bem? Para onde flui o Bem? A melhor resposta é: o Bem flui no infinito, para o infinito, orientado pelo Princípio Divino infinito.

O BEM FLUI – qualquer evidencia contrária é um erro de crença humana.


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domingo, 14 de junho de 2015

Tradução do artigo de Kevin Grauncke, CSB

A palavra genuíno significa algo autêntico. Tem qualidades tangíveis e está livre de hipocrisia, pretensão ou mesmo mal-interpretação. Mas, mais importante que isso, é algo que pode ser verificado, pode ser provado aqui mesmo e agora por qualquer um a qualquer momento. No Ciência e Saúde a Sra. Eddy faz essa colocação pertinente: “O Princípio divino da cura fica comprovado pela experiência de todos aqueles que sinceramente procuram a Verdade. O propósito desse Princípio é bom e sua prática é mais segura e mais potente do que qualquer outro método de cura” (p. X).

Quando estamos lutando com algo, seja o que for, queremos respostas e soluções, e as queremos logo. Queremos respostas que tragam cura. Certo dia, acordei pela manhã com muita dor no ombro direito e uma certa rigidez. Qualquer movimento era difícil. Não perdi muito tempo buscando  saber o que causara a condição ou o que precisaria fazer pessoalmente para parar com o problema. O que fiz foi orar.

O singular e extraordinário fato—que Deus é Tudo—é o que torna a cura pela CC única e eficaz—até mesmo revolucionária.

Minha oração foi afirmar para mim mesmo de que eu refletia Deus em qualidade glorificada. Eu não buscava a espiritualidade para reparar algum estado mental ou físico doloroso ou danificado, mas para saber que sou sempre amado por Deus, acalentado e mantido por Seu amor em perfeita harmonia e força.
Tal oração não era pensamento positivo ou mesmo alguma visualização de um ombro sadio. O que eu realmente precisava fazer era compreender quão  completamente espiritual e quão espiritualmente completo eu era naquele exato momento. Eu precisava saber que a expressão própria de Deus em mim e por mim não tinha nenhum defeito a ser corrigido, nenhum ferimento a ser restaurado. Eu precisava começar a aderir às palavras de S. Paulo registradas na Bíblia—ou seja saber que eu “vivo, me movo e existo” ( ver Atos 17:28) em Deus, e em Deus somente. Isso significava que eu era a evidência da perfeição divina no aqui e agora, e que não havia nada em contrário.

Minha oração não era pleitear com Deus para que ajeitasse meu ombro físico, mas de agradecer a Ele por criar-me livre, ilimitado e perfeito, e por manter-me assim para sempre. De tarde, a dor no ombro havia desaparecido completamente, e nunca mais voltou.

Em Ciência e Saúde, Eddy escreveu que outros livros sobre cura mental haviam sido publicados na sua época “a maioria deles incorretos na teoria...” A respeito deles ela disse: “Consideram a mente humana como um agente ativo na cura, ao passo que essa mente não faz parte do Princípio na CC” (p. X).

Vemos, assim, que a cura genuína na CC leva-nos inteiramente para além da função cerebral, do pensamento positivo, ou do ajustamento corporal, como ajudas na cura. Mostra-nos como a genuína cura refere-se ao reconhecimento e submissão à consciência da única Mente divina—ao universal e cuidadoso Pai-Mãe-Deus, que ama cada um de nós acima de qualquer medida. Esse Princípio nos mostra como afirmar que Deus é Tudo—a própria fonte de nossa inteireza, saúde e bondade(excelência). Para mim, acho que a prática da CC é realmente o único meio eficaz de cura completa e permanente. Nada chega perto.

O singular e extraordinário fato—que Deus é Tudo—é o que torna a cura pela CC única e eficaz—até mesmo revolucionária. É a efetivação da profecia bíblica; é o Confortador que Jesus prometeu nos ensinaria todas as coisas, e nos faria lembrar de tudo (ver João 14: 26). A compreensão disso nos dá a habilidade e autoridade para curar consistentemente, completamente e permanentemente. Esse Confortador nos propicia uma visão totalmente nova de vida, bem acima do quadro material—ou seja, que a vida, a saúde e a bondade são imortais e espirituais.

Verdadeiramente, somos expressão própria de Deus, somos abraçados pelo Amor divino e único. Essa é nossa verdadeira natureza—sua, minha e de todos.
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(Tradução livre de Ovídio Trentini, 6.2015)